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ENTREVISTA COM LEANDRO CAMPOS ALVES
ENTREVISTA COM LEANDRO CAMPOS ALVES

ENTREVISTA COM LEANDRO CAMPOS ALVES

 

  1. De onde você é? Quando você começou a se aventurar na literatura? Sofreu influência direta de parentes mais velhos, amigos, professores? O que aprendeu na escola o instigou a criar textos?

 

            Sou natural de Liberdade, cidade situada no sul da Zona da Mata Mineira; resido atualmente na Cidade de Caxambu – MG.

            A minha aventura na literatura foi algo surpreendente para todos, principalmente para este que vos fala, pois sou portador de um transtorno de linguagem chamada Dislexia no seu estágio mais crítico, pois além de não distinguir os sons de alguns fonemas, eu escrevo como escuto e falo da mesma forma, então eu nunca na vida poderia pensar que um dia estaria apaixonado pela literatura; mas meu caminho é guiado por Deus, e é Ele que derruba as fronteiras de minha caminhada. 

            Digo sempre que meus textos são escritos por inspiração divina.

            Sobre a influência direta na literatura, posso dizer que uma das culpadas foi minha irmã que é poetisa, um dia ela pediu que eu comprasse para ela o livro “Caçador de Pipas”; foi exatamente neste momento que a minha história começou a mudar, este livro foi o marco de minha história Literária.

            Mais tarde, ao fazer as provas do ENEM, isso após vinte anos longe de uma sala de aula, fui surpreendido ao receber 740 pontos na redação, e esta nota virou assunto de palestras nas escolas do município de Liberdade. 

            Sempre fui um aluno que passava de ano na matéria de Língua Portuguesa com a nota mínima necessária; superar esta deficiência e mostrar para meus filhos que eu sou capaz sempre foi meu maior incentivo. 

 

  1. Você já leu muitas obras e lê frequentemente? Que gêneros (poesia, contos, crônicas, romance) e autores prefere?

 

            Costumo ler muito e de tudo, desde uma nota de jornal até livros de teologia, sendo que só fico afastado dos livros quanto estou em fase de construção de alguma obra; este afastamento dos livros é em razão da necessidade de me isolar da influência direta de outros autores.

            Tenho uma grande admiração pelos trabalhos de Dan Brown.

 

  1. Costuma fazer um glossário com as palavras que encontra por aí (em livros, na internet, na televisão etc.) e ir ao dicionário pesquisá-las?

 

            Nunca.

É até interessante sua pergunta, pois como meus trabalhos são guiados por uma força maior, muitas vezes uso palavras em minhas obras que eu mesmo desconheço, e na correção ortográfica eu busco o significado delas e descubro que se encaixa perfeitamente no contexto da história.

 

  1. Há escritores de hoje na internet (não consagrados pelo povo) que admira? Em sites, Academias de que de repente você participa etc.

 

            Muitos com certeza, Hilda Milk, André Anlub, Anuragi Mauricio Antônio Veloso Duarte, José de Sá, Zé Alencar, Fabiano Pirchiner Pimentel, Rozelia Scheifler Rasia, Roberto Ferrari, entre outros grandes escritores e amigos que não citei aqui, pois poderia encher uma página com tantos talentos. Sou privilegiado por Deus por ter tantos amigos talentosos e posso incluir com certeza escritor Oliveira Caruso, que depois falarei sobre ele.

 

  1. Você costuma participar de antologias? Acha-as algo interessante? Participaria de uma, se eu a lançasse?

 

            Participo e muito, a maioria através de concursos literários promovidos por Editoras e Academias de Letras pelo país, começo participar também de alguns concursos internacionais e já venho colhendo alguns frutos.

            Na maioria das Antologias de que participo tenho a honra de ter meus trabalhos classificados entre os finalistas, classificação esta que me permite participar destas antologias e coletâneas.

            Sobre participar de um trabalho seu, sem sombra de dúvidas participaria, pois já conheço alguns de seus trabalhos e já tive o prazer de participar de um concurso que você promoveu.

              

  1. Você é membro de Academias de Letras? Aceitaria indicações para ingressar em Academias de Letras como membro?

 

            Neste mês fui empossado como Imortal pela Academia Caxambuense de Letras titular da cadeira 10 patronesse Vera Milward de Carvalho, posse esta que me deixou honrado.

            Sou membro corresponde da Academia de Letras de Teófilo Otoni, e Delegado da UBT em Caxambu.

            Sobre receber indicações para participar de Academia de Letras como Membro, com certeza ficaria honrado, pois ser um acadêmico é representar estas instituições por onde a Literatura nos levar, receber este título é um marco na história de um escritor, todavia cada convite deverá ser estudado com carinho e responsabilidade, pois ser um acadêmico não é apenas receber um título, e sim, representar uma confraria e trabalhar para a divulgação da Literatura.

             

  1. Tem ideia de quantos textos literários já escreveu? Há quanto tempo escreve ininterruptamente?

 

            Boa pergunta.

            Não tenho noção da quantidade de textos escritos, tenho todos em arquivo, alguns publicados, outros divulgados em portais literários e artigos em Jornais, porém todos os textos que vão a público são protegidos pelo EDA.

            Escrevo ininterruptamente deste 2012.

 

  1. Você tem dificuldade de escrever em prosa, em verso? 

 

            Minha maior dificuldade é escrever trovas, a simetria de pequenos versos é para os grandes poetas, por isso eu admiro todos os trovadores do país.

            Agora escrever em prosa ou versos é muito prazeroso, pois a inspiração desce e o “meu eu” foge nas linhas de meus trabalhos.

 

  1. Você possui algum lugar onde publica textos virtualmente? Qual? 

 

            Sim, além de conhecer e trabalhar com várias editoras renomadas pelo país, tenho minhas obras pelas editoras, “Clube de Autores” e “Publique Saraiva”, um ótimo caminho para aqueles talentos que estão procurando começar a divulgar seus trabalhos, publico em várias Comunidades Literárias Sérias, além de ter o site oficial https://www.escritor-leandro-campos-alves.com que divulgo notícias literárias, biografias de escritores nacionais e da lusofonia, e muitas outras informações.

 

  1. Que temas prefere escrever? Prefere ficção ou o que vivencia e vê no dia a dia?

 

            Escrevo de tudo. Para ter uma noção, este mês ainda será divulgado na mídia de todo o país a quebra de um recorde de mais de quinhentos anos, pois, pela graça de Deus, o meu trabalho “O Viajante” será reconhecido como o maior poema da Literatura Brasileira, reconhecimento este que vem a ser outorgado pelo Ranque Brasil. O mesmo reconhecimento nos gabarita para o reconhecimento mundial.

            “O Viajante” é composto por 2022 estrofes e mais de 10875 versos.

            Além desta obra, tenho publicado livros de poemas, trovas, artigos jornalísticos, romances e guardado sobre sete chaves 06 volumes sobre a Verdadeira História do Cristianismo.  

 

  1. Aprecia outros tipos de arte usualmente? Frequenta museus, teatros, apresentações musicais, salões de pintura? Está envolvido com outro tipo de arte (é pintor, músico, escultor?)

 

            Sou apreciador de pinturas e bons shows musicais. Ainda vou ter o prazer de assistir e ouvir um show do “Tiago Abravanel”; acho-o completo como cantor e ator. Para mim ele é um dos maiores intérpretes da atualidade.

 

  1. Que retorno você espera da literatura para si mesmo no Brasil? E a nível de mundo?

 

            Não penso em retorno financeiro, mesmo por que no país os grandes escritores só têm seu trabalho reconhecido após a sua morte; isso é uma triste realidade.

            O meu maior retorno já está acontecendo: é ter o respeito e o reconhecimento dos amigos, familiares e da mídia de todas as formas de divulgação.

            Receber carinho de todos e os convites dos grandes Portais Literários para entrevistas e divulgação de nossos trabalhos já é um retorno que não tem preço.

            Minha humilde vida literária quero deixar como exemplo para meus filhos, esposa e amigos. Quero ter a honra de deixar também para o mundo de uma forma geral, e mostrar que quando há Deus e Fé em nossa vida, tudo se torna possível, até mesmo um dislexo escrever pelas obras e superar barreiras.

 

 

  1. Você acha que o brasileiro médio costuma ler? Acha que ele gosta de literatura tradicional ou só de notícias rápidas e sem profundidade?

 

            De certa forma costumam ler sim, porém não o tanto que deveriam, e nem mesmo com leituras de obras de qualidade que poderiam aumentar o valor intelectual de nossa sociedade.

Não culpo os brasileiros por isso, infelizmente num país tão jovem como o nosso e que tem uma cultura ainda um pouco primitiva, só poderia deixar enraizada em nós a leitura por obrigação e não por paixão.

Com o sangue latino e mistura de raças que originou nosso país, posso afirmar que, se der a um jovem um livro de um grande autor como Casimiro de Abreu ou um livro de contos eróticos com autor desconhecido e cheio de erros de linguagem, não tenha dúvidas o qual o jovem leitor pegaria primeiro.

             

  1. Você costuma registrar seus textos na FBN antes de publicá-los? Sabe da importância disso?

 

            Com certeza todas minha obras têm o Registro da FBN; não publico um texto meu antes de receber o registro e averbação dos mesmos.

Eu mesmo divulgo muito a importância do Registro entre nosso meio literário, pois só o Registro na FBN nós dá a certeza e a segurança de nossos direitos. 

 

  1. Já tem livros-solo publicados? Consegue vendê-los com certa facilidade? 

 

            Tenho seis obras. Até que vendo mais do que esperava, graças a Deus, mas digo que, se for para eu viver destas vendas seria muito difícil, pela inconstância dessas vendas, porém já me sinto realizado.

 

  1. Já conhecia o poeta-escritor Oliveira Caruso (desculpe-me... Esta pergunta é padrão para quem participa de meus concursos literários)?

 

            Por incrível que pareça, quando recebi o e-mail propondo a entrevista, fiquei alegre e surpreso, pois já tive a honra de receber um convite para participar do Concurso Literário que levaria à construção de uma antologia promovida pelo poeta-escritor Oliveira Caruso, se não me engano foi no 7º concurso Oliveira Caruso em Março de 2018.

            A Literatura de uma forma geral encurta nossos caminhos, e nos presenteia com amigos pelo mundo que passamos admirar.

 

 

  1. Você trabalha com literatura inclusive para aumentar sua renda ou a leva como um delicioso hobby?

 

            Trabalho com a Literatura por puro prazer, uso algumas vezes as palavras de um amigo que um dia me falou: “O dinheiro é uma consequência de um trabalho bem feito”.

            Deixo minha vida pessoal e literária sobre a coordenação da vontade Divina, pois algumas vezes cheguei a pensar em parar de escrever, mas quando abria meu e-mail, lá estava a mão de Deus operando no meu destino, exatamente porque, quando surgiam estes momentos de fraqueza e cansaço, recebia a notícia de um novo trabalho premiado, dando-me a certeza de que Deus tem um projeto muito maior à minha espera.

 

  1. Você trabalha(ou) fora da literatura?

 

            Trabalho sim. Sou funcionário da empresa de Saneamento do Estado de Minas Gerias.

            A todos eu agradeço por acompanhar um pouquinho a minha história de vida, e a você, meu caro confrade Oliveira Caruso, agradeço a oportunidade de participar desta agradável entrevista pela qual você foi muito feliz na colocação de suas perguntas, deixando-me numa situação confortável e conduzindo a entrevista com profissionalismo e respeito aos nossos trabalhos

Obrigado a todos e fiquem com Deus.

 

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