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ENTREVISTA COM DANIEL MIGUELAVEZ
ENTREVISTA COM DANIEL MIGUELAVEZ

ENTREVISTA COM DANIEL MIGUELAVEZ - MERLIN MAGIKO

 

 

  1. De onde você é? Quando você começou a se aventurar na literatura? Sofreu influência direta de parentes mais velhos, amigos, professores? O que aprendeu na escola o instigou a criar textos?

 

R: Eu sou angolano, nasci e vivo na capital do país, que é Luanda. Comecei a escrever através da música Rap; desde os meus 10 anos que escrevo, apaixonei-me pela cultura Hip Hop, sobretudo pela música Rap. Tudo começou porque eu ouvia as cassetes de rap que meu irmão tinha na altura e que por sua vez ele também bebia dos meus tios que nos anos 90 já faziam parte da Cultura Hip Hop. Então, se hoje eu escrevo poesia, é graças à influência do meu irmão e dos meus tios e da música Rap.

 

  1. Você já leu muitas obras e lê frequentemente? Que gêneros (poesia, contos, crônicas, romance) e autores prefere?

 

R: Normalmente leio todos os gêneros (poesia, contos, crônicas, romance), e procuro ler sempre várias obras, pois há sempre algo novo para aprender e reter.

 

  1. Costuma fazer um glossário com as palavras que encontra por aí (em livros, na internet, na televisão etc.) e ir ao dicionário pesquisá-las?

 

R: Sim, costumo sempre pesquisar, porque ajuda a enriquecer o nosso léxico. Pois parece que a cada dia surgem novas palavras.

 

  1. Há escritores de hoje na internet (não consagrados pelo povo) que admira? Em sites, Academias de que de repente você participa etc.

 

R: Existem muitos bons escritores, que não estão diante dos olhares dos holofotes; as massas não os conhecem, mas através da internet têm uma boa projecção e os seus trabalhos são bem divulgados. São inúmeros e alguns têm servido-me de influência e temos partilhado algumas experiências.

 

  1. Você costuma participar de antologias? Acha-as algo interessante? Participaria de uma, se eu a lançasse?

 

R:  Eu comecei a participar no mundo das Antologias em 2013, por intermédio de uma amiga brasileira (Nubia Strasbach), que convidou-me a participar do “ Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2013 "; daí em diante só tenho continuado. Porque acho muito interessante e edificante participar  nesses tipos de projectos, pois são inúmeras as vantagens para quem realmente gosta de escrever. Sim, com certeza que participaria.

 

  1. Você é membro de Academias de Letras? Aceitaria indicações para ingressar em Academias de Letras como membro?

 

R: Não sou membro de nenhuma Academia de Letras e, se fosse indicado para ingressar em uma, aceitaria sim, desde que eu esteja de acordo os regulamentos.

 

  1. Tem ideia de quantos textos literários já escreveu? Há quanto tempo escreve ininterruptamente?

 

R: Dos que tenho postados em alguns sites posso dizer sem medo de errar 2156. Eu todos os dias escrevo ( desde a manhã até a noite ); tornou-se um vício para mim, Heheheh.

 

  1. Você tem dificuldade de escrever em prosa, em verso? 

 

R: Nunca achei dificuldades para escrever, seja em qualquer gênero.

 

  1. Você possui algum lugar onde publica textos virtualmente? Qual? 

 

R: Normalmente posto as minhas linhas - como chamo - na minha página do facebook ( https://www.facebook.com/Merlin-Magiko-Writer-1504917999766915/ ) e no Recanto das Letras (  http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=127289 )

 

  1. Que temas prefere escrever? Prefere ficção ou o que vivencia e vê no dia a dia?

 

R: Apenas respiro o que me vem no pensar, e, nessa onda do respirar, tem vezes que fugimos da realidade para moldar a nossa própria realidade com aqueles enfeites de ilusões para dar mais cor a nossa visão preto e branco. Digamos que tudo misturado.

 

  1. Aprecia outros tipos de arte usualmente? Frequenta museus, teatros, apresentações musicais, salões de pintura? Está envolvido com outro tipo de arte (é pintor, músico, escultor?)

 

R: Eu comecei com a música, mas admiro outras artes e, nesse universo, tento beber de toda a fonte que inspira a arte. Já participei em um grupo de teatro, pois meu irmão é encenador de um grupo de teatro local.

 

  1. Que retorno você espera da literatura para si mesmo no Brasil? E a nível de mundo?

 

R: Espero que as minhas letras possam atravessar as linhas do Atlântico e que as pessoas possam se identificar com aquilo que escrevo. Acho que isso seria o retorno bastante satisfatório - saber que através das palavras consegui motivar ou cativar emoções nas pessoas.

 

  1. Você acha que o brasileiro médio costuma ler? Acha que ele gosta de literatura tradicional ou só de notícias rápidas e sem profundidade?

R: Seria errado eu fazer uma análise geral dessa situação, mas posso me arriscar em dizer que as pessoas que conheço pela virtualidade e aquelas que frequentam a minha página mostram ser pessoas que têm gosto pela leitura e não buscam só ler notícias rápidas, mas sim todo o tipo de informação e amam sobre tudo a literatura nas suas variadas formas.

 

  1. Você costuma registrar seus textos na FBN antes de publicá-los? Sabe da importância disso?

 

R:  Não costumo a registrar os meus textos na FBN,  apenas publico-os e no site onde posto, tem lá o campo que se assinala que é o “Copyright “ que diz: proibir a cópia, reprodução, distribuição, exibição, criação de obras derivadas e uso comercial sem a sua prévia permissão. A proteção anticópia é ativada.

 

Sei também que é de extrema importância registrar os textos e obras, para se evitar os casos de plágios, pois ainda existem aqueles que aproveitam-se dos esforços dos outros e fazem-se passar por autores de textos que nem sequer tiverem tempo de os escrever.

 

  1. Já tem livros-solo publicados? Consegue vendê-los com certa facilidade? 

 

R: Ainda não tenho nenhum livro publicado; talvez ainda não seja altura de o ter. Até lá, só o tempo dirá se o mesmo irá vender com maior facilidade ou não (…)

 

  1. Já conhecia o poeta-escritor Oliveira Caruso (desculpe-me... Esta pergunta é padrão para quem participa de meus concursos literários)?

 

R: Conheci o Poeta_Escritor Oliveira Caruso, através de um grupo do  whatsapp, o grupo Criticartes, do qual  faziam parte vários escritores e poetas.

 

  1. Você trabalha com literatura inclusive para aumentar sua renda ou a leva como um delicioso hobby?

 

R: A literatura ainda não me deu nenhum ganho monetário. Então, não a tenho como fonte de renda; tudo está associado à cultura à qual pertenço, isto é, ao movimento Hip Hop. Tenho a literatura como uma forma de terapia, pois deposito nas palavras todo o tipo de emoções e sentimentos que a minha alma possa sentir, de forma a não estar ou viver sob o stress social.

 

  1. Você trabalha(ou) fora da literatura?

 

R: Sim, trabalho fora da literatura, eu estudei Engenharia Informática. Como disse, no princípio tudo começou graças ao Rap, uma coisa levou à outra e hoje praticamente tornei-me um aluno-mestre em moldar as palavras.

 

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